sexta-feira, 26 de maio de 2017
Invencíveis
terça-feira, 14 de junho de 2016
Doce mês de Junho
A vida está sempre a pôr-nos à prova, sempre a meter-se pelo meio, sempre a dar-nos obstáculos maiores e mais complicados. Mas naquele dia em que nos voltamos a ver e a verbalizar que juntos éramos mais, decidimos não lhe dar parte fraca. Tenho ao meu lado o melhor marinheiro para as nossas tormentas. Conhece-me com o silêncio de um olhar, resolve-me com a precisão de um abraço e faz-me conhecer o local mais seguro do mundo dentro dos seus braços. Estamos juntos há 10 anos. Construímos uma base segura neste inicio de caminhada a dois, e sinto que mesmo que a vida dê muita volta, que dá, consegui o feito único de na vida ter encontrado a minha alma gémea. São 10 anos de namoro, e 6 de casamento, duas filhas, e uma quantidade de alegrias que não são contabilizáveis. E uma certeza, temos dentro de nós uma força e um amor únicos e especiais. Obviamente que discutimos (muito), que nos pegamos (muito), que temos (muitos) problemas e (muitas) dores de cabeça. Somos teimosos, orgulhosos e cheios de outros defeitos, mas sei que temos a inabalável certeza do amor que nos une, do som único das gargalhadas que partilhamos, do conforto das conversas tidas noites fora, da sensação única de estarmos mais apaixonados do que no primeiro dia. A vida tem-se metido ao meio, o quotidiano tem deixado algumas mossas, a rotina tem dado algum trabalho. Mas esta viagem com ele, que ainda mal começou, tem tido para mim uma sensação de plenitude.
Tenho para tatuar no corpo a frase que ele me deixou aqui no blog em Maio de 2006 quando o encontrei no hi5 e o resgatei ao tempo: "O que tem que acontecer, acontece, mais cedo ou mais tarde." - "e falando por mim acontecerá de certeza", disse ele confiante e assertivo.
Ainda bem que acontecemos meu amor. Obrigada por seres meu. Parabéns a nós!
sábado, 19 de março de 2016
Dia do Pai
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Vôo
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Better-half
A calma de uns olhos fechados num dia de sol, a força de vontade numas ondas do mar. A imensidão do céu e o aconchego bom que só se encontra no frio. O silêncio cómodo. A minha paz. O meu colo. A minha casa. É infantil dizer isto, mas morro de saudades quando não estás comigo. E há vezes em que sem saber como, olho para ti e apaixono-me mais um bocadinho.
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Não é....
quarta-feira, 19 de março de 2014
Feliz dia do Pai.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Ao homem da minha vida
Bastaram cinco minutos e acalmaste a tempestade em mim. Um abraço forte, as minhas lágrimas, as palavras entorpecidas e desconectas a sair e a calma chegou. É por momentos destes como o que atravessamos agora e como tantos outros que já ultrapassamos que eu sei que tenho ao meu lado o amor da minha vida. Sempre disse com toda a certeza que um grande amor só se reconhece no fim. Nem que fosse no fim da vida. Mas hoje eu sei. Não há fim para o que tenho contigo, és o meu princípio, o meu meio e o meu fim. A minha introdução, o meu desenvolvimento e a minha conclusão. És o meu tudo. E obrigada amor da minha vida por seres este pilar. Que me entende nos silêncios, me desvenda num olhar, me protege com a vida. Por pores o teu sofrimento de parte para olhares por mim. Por apenas com um abraço me conseguires acalmar a tempestade que tinha em mim. Amo-te.
sábado, 31 de agosto de 2013
Rituais
É ali que encontro o meu lugar no mundo. Em que deito a cabeça e sou eu. Só eu. Sem pressas, sem corridas, sem responsabilidades ou afazeres. Sem problemas, sem pensamentos. É o único sítio onde me consigo esvaziar de tudo o que tenho e no entanto sentir-me inundada de tudo. É ali. Depois de um dia cheio de estímulos que faço reset e me preparo para a azáfama do dia seguinte. Suspiro pela sensação de estar em casa. É ali que moro. No abraço dele. No espaço estratégico entre dois grandes braços e um corpo feito à medida do meu. Um encaixe perfeito. Cabeça, tronco e membros. Ele entrelaça as pernas nas minhas, os pés cumprimentam-se e o coração suspira. Estamos em casa. Moramos um no outro.
(Depois ele adormece e ressona, e eu viro-me e babo-me enquanto durmo, mas naquele momento, o amor acontece)
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Amor em tempos de crise
quinta-feira, 5 de abril de 2012
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Amor(es)
Deitadas as duas, ela adormece agarrada a mim. Uma maozinha pequena afaga-me a cara e outra agarra-me o braço. O respirar lento dela dá-me conta da sua serenidade. A sua cara pacifica transmite-me felicidade. Enrosco-me nela, ele enrosca-se a mim. Sorrio. Respiro fundo. Ouço um amo-te traduzido num beijo. E apercebo-me. No final de contas é assim tão simples. Pode-se passar muita coisa, podem sobrar problemas e faltarem soluções. Mas no fim do dia uma certeza temos. Estamos juntos. Temo-la cá. Somos mais. Juntos, os três.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Amar(te)
Noite dentro. Um bebé a dormir no berço numa tranquilidade que só a sua inocência e felicidade permite. Na cama dois corpos conversam abraçados. Riem, relembram o passado e o que os levou a serem um só. Trocam beijos e confidências, sorrisos, cócegas e historias passadas, sonham o futuro a três e dão-se conta que apesar dos tropecções, a vida deu-lhes algo único. Encontraram-se, reconheceram no outro a sua melhor metade. Ele agarra-a, puxa-a para si com força. Não há melhor paraiso que este. Eu, ele, ela. Nós. Um só
O meu passado. O meu presente. O meu futuro. Tudo. Amar(te) é a minha essência e o que me completa mais do que tudo.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Ser mãe
Desde sempre que soube que a única coisa certa que queria na vida era ser mãe. Brinquei até tarde com nenucos que eram tratados como verdadeiros bebés, sou a prima mais velha e sempre gostei de andar no meio das fraldas e biberões. Sempre gostei de crianças e de estar no meio delas. O meu maior receio e sofrimento era não saber se podia ter filhos. Quando a minha primeira gravidez correu mal achei que era um prenuncio de um longo e torturoso caminho até ter o meu filho nos braços. Não o foi. Felizmente.
O dia em que me soube de novo gravida foi o mais agridoce da minha vida. Por um lado queria pular de alegria por outro o meu coração contraiu-se de dor. Toda a gravidez foi assim. Uma felicidade imensa por a ter comigo, um pesadelo de cada vez que ia às consultas à espera que me deitassem os sonhos pela janela fora..
O dia em que peguei nela ao colo senti uma sensação arrebatadora. Ela estava ali. Era minha. Para sempre. O amor que se sente pelos filhos é inqualificável e hoje sei que ela estará sempre em primeiro lugar. Depois de mim. E não digo isto desconsiderando-me, mas sim valorizando-a a ela. Eu hoje existo por ela e para ela, e não deixando de ser mulher, esposa, hoje sou mãe. E é uma responsabilidade enorme e eterna. Hoje sou completa. Conheço o amor em todas as suas dimensões. Acredito que tenho ao meu lado o amor da minha vida, amo-o e sou amada da forma mais cimentada que julguei possivel. E sou mãe. Mãe dela. Amo-a como parte de mim, dele, nossa. E não podia ser mais feliz.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
1 de Agosto de 2011
Vieste no inicio de um novo mês como uma promessa de recomeço. A ansiedade de te ter nos braços era muita. A expectativa de te reconhecer o rosto enchia-nos o coração. Eu e o pai estávamos extasiados. Finalmente chegava a hora, o culminar de 37 semanas a sentir-te tão nossa sem nunca te poder tocar. E chegaste... pela tardinha. Trazias na voz a força de um leão. Choraste e depois nos meus braços senti-te tão minha. Sentimo-nos inundados por uma sensação única. Eras nossa, Estavas cá. No colo do teu pai via-lhe o orgulho a bailar nos olhos. Sentia-lhe o amor na voz. Leonor. Tão nossa. Tão amada.
És uma bebé muito calma. Perco-me nos dias só a olhar para ti. És tão linda. Perfeita, desenhada por um amor que te fez tão única e tão nossa. Choras para comer. E mesmo assim dás uns gritinhos fantásticos antes para me avisar... Tens um sorriso capaz de me iluminar nos dias mais negros. Tens um cheirinho tão teu que me faz viajar ao paraíso. Amo-te tanto Leonor.
E o teu pai é um doce contigo. Aqui há dias encheram-me os olhos de água só de o ver contigo... Ele não reparou que tinha entrado no quarto e que o estava a ver... E filha os olhos dele transbordavam de amor. Um amor único, um amor que nasceu no dia em que olhou para mim e me disse que estávamos à tua espera mesmo sem sequer feito um teste. Um olhar e uma doçura que me engrandeceram o coração e me fizeram mais uma vez ter a certeza que ele é a minha pessoa. E que é o melhor pai do mundo.
sábado, 30 de julho de 2011
Um amor maior...
quarta-feira, 1 de junho de 2011
A quem aqui anda...
A quem quiser, pode-me adicionar... Deixem nos comentários que eu envio-vos um mail com o meu sitio por lá...
Serve este post para informar às tias cibernéticas que aqui ainda vêm, que estamos à espera de uma Leonor!! <3
Já só faltam 2 meses, já tem 1kg e 300 grms e tem as bochechas do pai!!! :) Estou duplamente apaixonada!

