Irrita-me que saibas sempre o que dizer.
Irrita-me que deites por terra os meus argumentos com as tuas palavras sensatas.
Irrita-me que digas tudo de uma forma espontânea enquanto que eu reflicto em tudo o que quero dizer.
Irrita-me que na maioria das vezes tenhas razão e as coisas que dizes tenham sentido.
Irrita-me fazer uma tempestade com alguma coisa e depois quando te conto tu fazes de tudo uma gota de água, contigo os problemas são quase todos simplificados.
Mas no fundo, gosto tanto de falar contigo. De te ouvir, de te tentar compreender, de ver os teus pontos de vista.
És o meu grilo falante.
E amei quando disseste que nos tiveste analisar (LOL) e que viste em mim alguém com quem te vês a ter um futuro. Foi bom frisares que eu te aturo como ninguém. =) E que és chato, e que eu tenho uma grande paciência e que stresso pouco contigo… é mesmo isso meu amor, mas sabes vale a pena. Pelo teu brilho no olhar. E isso é algo que não se consegue fingir.
E amei quando eu te disse que dás comigo em doida e que ainda me vais pagar muitos anos de terapia e tu me respondeste que conheces uma psicóloga com quem andas metido mesmo boa que me podia ajudar e fazia uns descontos… Depois das pancadinhas de amor que te dei (desculpa se doeu) é que percebi que estavas a falar de mim. J
Não é fácil, nem poderia ser, sendo nós, não é? Mas se fosse também não tinha metade da piada. Não tinha metade do gozo. E gosto de ver os nossos feitios a moldarem-se um ao outro. A sermos menos teimosos, menos orgulhosos, um com o outro.
Temos uma base segura, aqueles 4 anos de primária fazem com que possamos ter a certeza que estaremos sempre lá para o outro, mesmo com o meu mau feitio, mesmo com a tua cabeça dura. Como quando eu fugia de ti e tu corrias sempre para me tentar dar um beijo no recreio, e me encurralavas à porta da sala… Se te aturei estes traumas de infância, e se tu foste tão persistente que ao fim destes anos todos eu já não te fujo e amo os teus beijos, é porque estaremos sempre presentes na vida um do outro.
Irrita-me que deites por terra os meus argumentos com as tuas palavras sensatas.
Irrita-me que digas tudo de uma forma espontânea enquanto que eu reflicto em tudo o que quero dizer.
Irrita-me que na maioria das vezes tenhas razão e as coisas que dizes tenham sentido.
Irrita-me fazer uma tempestade com alguma coisa e depois quando te conto tu fazes de tudo uma gota de água, contigo os problemas são quase todos simplificados.
Mas no fundo, gosto tanto de falar contigo. De te ouvir, de te tentar compreender, de ver os teus pontos de vista.
És o meu grilo falante.
E amei quando disseste que nos tiveste analisar (LOL) e que viste em mim alguém com quem te vês a ter um futuro. Foi bom frisares que eu te aturo como ninguém. =) E que és chato, e que eu tenho uma grande paciência e que stresso pouco contigo… é mesmo isso meu amor, mas sabes vale a pena. Pelo teu brilho no olhar. E isso é algo que não se consegue fingir.
E amei quando eu te disse que dás comigo em doida e que ainda me vais pagar muitos anos de terapia e tu me respondeste que conheces uma psicóloga com quem andas metido mesmo boa que me podia ajudar e fazia uns descontos… Depois das pancadinhas de amor que te dei (desculpa se doeu) é que percebi que estavas a falar de mim. J
Não é fácil, nem poderia ser, sendo nós, não é? Mas se fosse também não tinha metade da piada. Não tinha metade do gozo. E gosto de ver os nossos feitios a moldarem-se um ao outro. A sermos menos teimosos, menos orgulhosos, um com o outro.
Temos uma base segura, aqueles 4 anos de primária fazem com que possamos ter a certeza que estaremos sempre lá para o outro, mesmo com o meu mau feitio, mesmo com a tua cabeça dura. Como quando eu fugia de ti e tu corrias sempre para me tentar dar um beijo no recreio, e me encurralavas à porta da sala… Se te aturei estes traumas de infância, e se tu foste tão persistente que ao fim destes anos todos eu já não te fujo e amo os teus beijos, é porque estaremos sempre presentes na vida um do outro.
E eu gosto tanto de nós assim. E gosto das nossas conversas. Do nosso “muro das lamentações”. E gosto de ti, amo-te, com futuro ;).
Obrigado meu grilo, meu amigo, meu amor.
E o teu abraço quando foste embora, o teu beijo, fazem com que tudo valha a pena. Tudo.
Gosto tanto de nós.
Sem comentários:
Enviar um comentário
...