Encosta-se. Acomoda-se. Encontra em mim o espaço perfeito. Aninha-se. Suspira de satisfação. Num jeito (im)pensado leva-me a mão à cara. Sorrio com a alma. Amo com todo o meu corpo. Inspiro. Respiro-(a), é minha. Provo no sorriso dela o sabor do paraíso. Fecho os olhos e mesmo na escuridão saberia reconhecer aquelas mãos que tão avidamente querem conhecer o mundo. Ouço o coração. Inundado de tanto amor que se espelha nos meus olhos! Filha. Minha. Dele. Nossa e do mais que nos une.
Amor. No estado mais bruto, selvagem. Puro.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Puro.
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