Leio a Catarina desde que me lembro de ler blogs. Ainda no tempo em que tinha apenas uns pezinhos pequenos junto aos dela no template do blog. O coração dela ainda só tinha um dono mas já era dona de uma doçura onde se via nos caracteres que escrevia que lhe cabia o mundo no peito. Depois veio o A. e a Leonor crescia-me na barriga ao sabor dos posts dela de comida. Penei tanto com fotos que ela colocava, apetecia-me tudo. Depois chegaram as redes sociais. E o instagram. E as nossas vidas cruzaram-se. E constatei que a Catarina é uma princesa no nome e nas acções. E estar-lhe-ei eternamente grata, ela sabe.
A Catarina é uma menina mulher, um furacão quando leva alguma coisa a cabo, uma tempestade quando quebra, o amor puro quando fala nos seus amores e é dona de um coração tal e qual como as fotos de comida que continua a publicar. Puro doce. E eu gosto muito dela.
Do livro só tenho uma coisa: 2 horas. Foi o tempo que demorei a ler de tanto que fiquei agarrada, entre duas sestas antes do jantar naquele domingo onde meio a correr lhe fui dar um beijinho e pedir um autógrafo. Beijinho esse que soube a pouco. Faltou o lanche que lhe prometi em Maio. Para a próxima não a deixo escapar!
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