sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Acordares

Sete da manhã, eu acordo, ele acorda. Lá fora a chuva cai como se não houvesse amanhã. No despertador uma boa noticia, ainda nos resta mais uma horinha e meia para dormir.  Ele põe-me o braço em cima, eu encosto-me e enrosco-me nele. Ele beija-me o cabelo e ali ficamos. A cair outra vez no sono enquanto a chuva fustiga as janelas, no quentinho. Amo-o. Tenho uma sorte tremenda por o ter na minha vida.

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