domingo, 4 de março de 2007

Dia(s)

E ficou ali à espera. Não sabia de quê, não sabia de quem. Não sabia sequer porquê. Um momento. E ela ali ficou. À espera. E foi aí que os fantasmas do passado lhe assomaram todos à lembrança, à velocidade da luz, com um barulho ensurdecedor. Atordoaram-na e ela teve medo.
Às vezes nem eu posso comigo. Às vezes nem eu me aturo. Desculpa amor.

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