Há decisões díficeis de tomar, daquelas que adiamos porque sabemos que nos vão custar, daquelas que sabemos que nos vão mudar o sentido da vida, nos vão transformar o futuro em algo de desconhecido, em algo que ainda não sabemos se iremos gostar. E talvez por isso temos tanto medo de arriscar, fazemos por não querer ver para além do presente, porque o desconhecido é algo que tememos enfrentar.
Mas depois surgem momentos que nos fazem cair em nós e ver que é a altura de mudar, de libertar os fantasmas do passado, de partir sem olhar para trás, por muito que custe, desprendermo-nos daquilo que nos faz andar sempre à tona, sem vontade de mergulhar na profundidade da nossa vida.
Depois confiamos no tempo, aquele que com o passar dos dias é suposto fazer com que doa menos, aquele em que depositamos todas as nossas esperanças para que a intensidade da dor seja atenuada, levando por fim ao esquecimento…
Coragem, precisa-se, e força de vontade também…
Mas depois surgem momentos que nos fazem cair em nós e ver que é a altura de mudar, de libertar os fantasmas do passado, de partir sem olhar para trás, por muito que custe, desprendermo-nos daquilo que nos faz andar sempre à tona, sem vontade de mergulhar na profundidade da nossa vida.
Depois confiamos no tempo, aquele que com o passar dos dias é suposto fazer com que doa menos, aquele em que depositamos todas as nossas esperanças para que a intensidade da dor seja atenuada, levando por fim ao esquecimento…
Coragem, precisa-se, e força de vontade também…
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