terça-feira, 16 de setembro de 2014
Dores de crescimento
Hoje foi o teu primeiro dia de escola. Numa escola a sério, cheia de meninos e meninas e tu ias tão contente! Sabes, crescer dói. É muito bom, sabem bem as conquistas que vamos tendo, mas custa e é penoso. E para mim é uma sensação agridoce ver-te a conquistar o teu lugar no mundo. Já não sou a única a sentir-te na minha barriga, já não me cabes só num braço. Pego em ti e apesar de o meu colo esticar sempre que for preciso acolher-te a verdade é que sobram braços e pernas quando te levo adormecida para a cama. Não és minha, és do mundo. E a mim custa-me um bocadinho ver-te crescer. Entraste na sala toda confiante, pousaste a mochila, foste logo brincar, mas choraste quando me vim embora. Sosseguei-te a dizer que te vinha buscar, venho sempre meu amor. Depois voltei lá horas mais tarde para escondida ver como estavas, e filha que orgulho, brincavas e rias com os meninos e o meu coração de mãe de uma eterna bebé rebentou de orgulho. És do mundo e és feliz. À noite na cama, naquele momento só nosso contaste tudo. O que comeste ("melancia mãe!") com quem brincaste, ("a Sara é minha amiga!") e o que fizeste e perguntaste se amanhã ias outra vez. Vais filha, a escola é importante para crescer, para te ensinar, para te fazer ver que o mundo é um sitio às vezes nada fácil de estar mas que vale a pena. Hoje voaste um bocadinho sozinha. E voaste tão bem meu amor!
quarta-feira, 19 de março de 2014
Feliz dia do Pai.
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Do não querer esquecer
Com a rapidez dos dias e a pressa que o quotidiano tem em acontecer há pequenos pormenores que não quero nunca deixar cair em esquecimento. Vocês crescem a uma velocidade estonteante e muitas vezes dou por mim a olhar para cada uma e a pensar quando é que vocês se tornaram assim, cada vez mais meninas, mas sempre as minhas bebés.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Amorinha
Escuto-te a respiração ofegante. Beijo-te o cabelo. Cheiro-te o pescoço. (Reconheceria o teu cheiro no meio de mil) Amo-te mais. Dolorosamente mais todos os dias. Um amor sufocante que me tira o ar por ser tão grande. Por ser maior. Aconchego-te no meu colo e protejo-te o sono. Mesmo doente és um doce de menina. Em ponto de rebuçado derreto-me só de olhar para a tua calma mesmo no meio da confusão. Digo muitas vezes que és o nosso açúcar e que trouxeste doçura à nossa vida. Melhora rápido meu amor. E vamos para casa encher o ar com cheiro a bolos...
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Ao homem da minha vida
Bastaram cinco minutos e acalmaste a tempestade em mim. Um abraço forte, as minhas lágrimas, as palavras entorpecidas e desconectas a sair e a calma chegou. É por momentos destes como o que atravessamos agora e como tantos outros que já ultrapassamos que eu sei que tenho ao meu lado o amor da minha vida. Sempre disse com toda a certeza que um grande amor só se reconhece no fim. Nem que fosse no fim da vida. Mas hoje eu sei. Não há fim para o que tenho contigo, és o meu princípio, o meu meio e o meu fim. A minha introdução, o meu desenvolvimento e a minha conclusão. És o meu tudo. E obrigada amor da minha vida por seres este pilar. Que me entende nos silêncios, me desvenda num olhar, me protege com a vida. Por pores o teu sofrimento de parte para olhares por mim. Por apenas com um abraço me conseguires acalmar a tempestade que tinha em mim. Amo-te.