quarta-feira, 19 de março de 2014
Feliz dia do Pai.
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Do não querer esquecer
Com a rapidez dos dias e a pressa que o quotidiano tem em acontecer há pequenos pormenores que não quero nunca deixar cair em esquecimento. Vocês crescem a uma velocidade estonteante e muitas vezes dou por mim a olhar para cada uma e a pensar quando é que vocês se tornaram assim, cada vez mais meninas, mas sempre as minhas bebés.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Amorinha
Escuto-te a respiração ofegante. Beijo-te o cabelo. Cheiro-te o pescoço. (Reconheceria o teu cheiro no meio de mil) Amo-te mais. Dolorosamente mais todos os dias. Um amor sufocante que me tira o ar por ser tão grande. Por ser maior. Aconchego-te no meu colo e protejo-te o sono. Mesmo doente és um doce de menina. Em ponto de rebuçado derreto-me só de olhar para a tua calma mesmo no meio da confusão. Digo muitas vezes que és o nosso açúcar e que trouxeste doçura à nossa vida. Melhora rápido meu amor. E vamos para casa encher o ar com cheiro a bolos...
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Ao homem da minha vida
Bastaram cinco minutos e acalmaste a tempestade em mim. Um abraço forte, as minhas lágrimas, as palavras entorpecidas e desconectas a sair e a calma chegou. É por momentos destes como o que atravessamos agora e como tantos outros que já ultrapassamos que eu sei que tenho ao meu lado o amor da minha vida. Sempre disse com toda a certeza que um grande amor só se reconhece no fim. Nem que fosse no fim da vida. Mas hoje eu sei. Não há fim para o que tenho contigo, és o meu princípio, o meu meio e o meu fim. A minha introdução, o meu desenvolvimento e a minha conclusão. És o meu tudo. E obrigada amor da minha vida por seres este pilar. Que me entende nos silêncios, me desvenda num olhar, me protege com a vida. Por pores o teu sofrimento de parte para olhares por mim. Por apenas com um abraço me conseguires acalmar a tempestade que tinha em mim. Amo-te.
domingo, 13 de outubro de 2013
O dia em que o mundo parou.
Faz hoje dois anos que o mundo parou. Quem me lê, muito naturalmente não reparou, mas a verdade é que no dia 13 de Outubro de 2011 o mundo deixou de ser o que era. Pelo menos o meu, o nosso. Faz hoje dois anos e o dia amanheceu embrulhado em dor e em desespero. A palavra que eu mais repetia para mim mesma, era pesadelo. Eu só pedia com todo o meu ser que tudo não passasse de um sonho mau e que me fosse permitido acordar. Mas não foi. E naquela noite quente de Outubro o mundo parou. Desabou por completo. E a minha avó deixou-nos perdidos. É um pesadelo que volta e meia ainda me assombra, toda aquela noite foi surreal, dura, difícil. Tive o desespero preso nas mãos por não conseguir fazer nada, adormecida pela dor e pelo sentimento de incompreensão, senti o coração a desaparecer quando me apercebi que nada havia a fazer, tive no peito a dor que surge quando a certeza se faz permanente. Faz hoje dois anos que com o dia amanheceu uma certeza. Nada dali para a frente seria igual. O mundo mudou, o meu, o nosso.