quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Rituals
Eu tenho um hábito (mau? nem sei lol), mas adiante... eu quando chego ao trabalho, tenho o hábito de assim que sento o meu real rabinho já estou a ligar o msn. E as pessoas estão habituadas a isto. Tanto que no outro dia, não o fiz e passado meia hora da minha hora de entrada tinha o namorado a ligar a perguntar se eu já tinha chegado, se tinha acontecido alguma coisa. E hoje a minha cunhada ligou-me porque, ao saber que ontem eu ia ter uma important talk with the boss, e como hoje eu não entrei no msn, ela achou que eu tinha sido D-E-S-P-E-D-I-D-A. loool Eu faço falta eu sei, dou colorido aos vossos dias ligados à rede. :)
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Angel*
Ontem foi assim, eu de rastos, tu perdido por me veres assim. Eu a não conseguir aguentar a dor de cabeça nem as lágrimas e tu a ficares mal por eu estar assim. E depois começou a passar. Largaste o que estavas a fazer, deitaste-te ao meu lado na cama e ali ficaste, a fazer-me festas na cabeça e massagens nas têmporas para atenuar a minha dor. E eu queixei-me, que mais uma vez dei tudo de mim, fiz favores, sacrificios e chega ao fim e sou prejudicada, pisada e não sou reconhecida. E tu, a puxares-me para ti, a encostares-me bem junto ao teu corpo, um abraço sem fim, apertado. E eu sosseguei, ali estava em segurança e o sono tomou conta do meu cansaço e desanimo e deixou-me adormecer na força dos teus braços.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Message 4U
A ti, que agora enfrentas uma fase tão complicada e como me custa tanto ver-te assim perdida deixo-te aqui o que é para mim amar alguém e os limites para o fazer. Não serve de nada, nem pretende ser uma lição de moral para ninguém, tu melhor que ninguém tomas as decisões que julgas ser as mais acertadas para a tua vida, mas aqui fica.
O amor, para ser em pleno tem que nos deixar com uma total sensação de quietude e o único aperto no peito que devemos sentir são a saudades de uma ausência mais prolongada, o único mau estar que nos deve provocar é uma impressão ligeira na barriga que se deve a uma ansiedade de querer o outro bem junto a nós.
O amor, para ser pleno tem que nos dar a certeza que o outro vê em nós exactamente o que nós vemos nele, que o brilho no olhar é o mesmo, que cada beijo tem o mesmo sabor, que o caminho é feito por ambos, lado a lado lutando para um lugar comum. O amor, em toda a sua plenitude tem que nos permitir fechar os olhos e ter a certeza que apesar de cada zanga, de cada discussão, no fim vai valer a pena, porque é mais um passo que foi dado para se formar um nós.
E é preciso tornar o outro uma prioridade, é preciso pôr a felicidade do outro acima de qualquer coisa, torna-la o nosso principal objectivo, porque o outro torna-se uma metade de nós, completa-nos, deixa-nos seguras que aconteça o que acontecer, estejamos nós no buraco mais negro há sempre alguém que se preocupa, alguém que vai atrás de nós de lanterna em punho, se for preciso, percorrendo muitas vezes um dificil caminho até nós, onde nos sentimos as piores pessoas do mundo, e com um simples toque ilumina o nosso rosto e faz-nos sorrir.
Porque o amor é uma gargalhada conseguida a dois no fim de um dia dificil. É um aninhar nos braços do outro e sentir o mundo parar porque somos o mundo de alguém e nada mais lhe interessa a não sermos nós. É ter uma pessoa que nos entende nos silêncios, é ter alguém que nos rouba os pensamentos. É um beijo roubado, é um apanhar o outro a olhar para nós com uns olhar que nos leva à lua e nos inunda o coração..
É sobretudo ter segurança e certezas, que somos o que somos porque mudamos, porque nos transformamos em pessoas melhores só pelo facto de o outro estar na nossa vida e por isso lutamos com unhas e dentes, para um futuro melhor, para uma vida em comum com uma meta que temos que ser os dois a atravessar, porque apesar do problemas do dia-a-dia, amanhã só pode ser um dia melhor porque vamos estar juntos mais uma vez, porque podemos brincar, rir, contar segredos e parvoices, porque fizermos o que fizermos não vamos estar sozinhos, porque o outro vai lá estar. Sem medos, sem dúvidas, sem ses.
E só assim, a meu ver, vale a pena amar alguém, porque apesar de não estarmos completas sem aquela pessoa, não deve haver nada maior que o amor próprio, o amor que nos impede de continuar a dar mesmo sem receber, de mudarmos por alguém que não muda por nós, mas que principalmente alguém que não olha na mesma direcção que nós.
Cumulo do vicio.
Enquadramento: Dia de semana, 1.50 a.m.
Local: Entre o quarto e o escritório.
Intervenientes: Nós.
Diálogo que se seguiu:
Eu: Achas normal? Estou a morrer de sono mas faltam 20 minutos para poder apanhar os meus morangos.
Ele: Mais vale esperares...
Eu: Pois, antes que vão à vida.
Ele: É, passa também na minha quinta e apanha o que lá tiver.
Viciados nós?? Nahhh nada disso... =)
Sim sim, enquanto espero sempre escrevo um post.. Hurray
Local: Entre o quarto e o escritório.
Intervenientes: Nós.
Diálogo que se seguiu:
Eu: Achas normal? Estou a morrer de sono mas faltam 20 minutos para poder apanhar os meus morangos.
Ele: Mais vale esperares...
Eu: Pois, antes que vão à vida.
Ele: É, passa também na minha quinta e apanha o que lá tiver.
Viciados nós?? Nahhh nada disso... =)
Sim sim, enquanto espero sempre escrevo um post.. Hurray
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Going insane*
Acho que é comum. Todos nós temos aquela música que não sabemos bem porquê nem porque não, nos desperta a molécula mais adormecida lá na parte mais recôndida do nosso ser. E é assim, não há muito a fazer, simplesmente é.
Eu tenho uma musica assim. Daquelas que quando passa na rádio e eu vou sozinha no meu mundinho ao volante é ver-me a fechar a janela, a pôr o volume no máximo e a cantar alegremente como se não houvesse voz que faltasse nem amanhã que tardasse. E é assim. Naqueles 5-7 minutos, versão lusco-fusco, que eu sou eu comigo mesma, em comunhão com o meu bom humor, a exalar a adrenalina que os meus ouvidos me proporcionam. E depois no fim da mesma, ainda com aquela sensação de "ai que máximo", é que caio em mim. E olho de mansinho para a velhinha do carro ao lado parado no transito a olhar para mim como se eu fosse a versão feminina do senhor Lucifer. É ver-me a pôr os oculinhos escuros, abrir a janela e dizer-lhe "Ora então uma boa tarde sim?". E rir às bandeiras despregadas até ao emprego.
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