Para mais uma Queima das Fitas do Porto.
E só me dá para ficar nostalgica, porque passou tão depressa os meus anos de Estudante, passaram, e por muito que se tente nunca mais voltam, nunca mais é igual.
E eu pergunto-me onde ficaram tantos sonhos, tantos planos, tantas festas, festivais, ENEIs... As coisas que nunca fizemos, as que queriamos nunca ter feito mas fizemos, as lágrimas os sorrisos, as bebedeiras e as discussões, os abraços e os beijos, os fins de noite, os nasceres dos dias.
Onde estão as tardes passadas a beira rio, as gargalhadas ecoadas pelo rio Tejo, os sorrisos espelhados na ponte...
Estou triste. A minha capa negra fica no armário. E já nada volta a ser como era.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Eu tenho...
... o melhor gajo à face da terra, (com todos os defeitos que tem, e que são muitoooooooosssss lol).
À cerca de um ano aconteceu-me isto. E eu fiquei desgostosa, fique inconsolável, fiquei tristissima. E o meu gajo, no alto da sua boa vontade disse para eu não estar assim que eu ia voltar a ter aquele telemóvel. E depois aconteceram várias coisas, e quase nunca restava dinheiro, e depois havia o mini para restaurar e o dinheiro ia todo para aquilo, e meteu-se a compra da casa, e o dinheiro era cada vez menos, e foi passando, foi esquecido, já nem me lembrava. Era um desgosto recalcado e escondido lá nas profundezas da minha memória. Mas heis que... o meu gajo ontem me presenteia com um igualzinho... e mais um portátil (gajo bom o meu!) e pronto, cheira-me que agora lhe vou ter que andar anos e anos a fazer as vontadinhas todas para o compensar!!!
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Coisas de Crescida.
Fazer o IRS pela primeira vez é uma cena memorável, não é? Quer dizer é memorável, porque é mais um passo neste mundo dos crescidos mas por outro prisma é muito triste, porque começo hoje a perceber o quão gatunos o(s) nosso(s) governo(s) é (são). =)
terça-feira, 14 de abril de 2009
Ele *
O meu amor maior fez ontem anos, e eu fui a correr do sofá para lhe espetar um beijo à meia-noite em ponto no meio do corredor da nossa casa. Teve um sabor especial. À noite reuniu-se a nossa familia toda. Os meus, os dele, os nossos. Foi o primeiro aniversário dele ali, na nossa casa. À noite só os dois enroscados um no outro perguntei-lhe: "És feliz?". A resposta caiu direitinha no meu coração e foi selada com um beijo. Amo-o tanto.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Fins de tarde.
E ela ali ficou. Sentada no muro, virada para o mar, naquele fim de tarde em que só o vento se fazia ouvir, só o frio veio para lhe fazia companhia. O mar revolto era a única coisa que os seus olhos conseguiam ver. A imensidão da noite que se aproximava fazia-a sentir-se pequena, a progressiva escuridão do momento fazia-a sentir-se sozinha. E ela ali ficou. Sentada no muro, a fitar o mar, sem o estar realmente a ver. A ouvir o vento, num completo silêncio, a sentir o frio, mas sem lhe dar importância. Entregue a si. Sozinha. Depois sentiu.Um abraço. Dois braços que a rodearam. Protegeram. Trouxeram-na de novo à realidade. Ela fechou os olhos e desejou ficar ali. Com aqueles braços que tanta segurança lhe transmitem. Com aquele olhar que a faz visitar os mais pequenos paraísos que ela nunca julgou existirem. A sentir aquelas mãos juntas a si que tanta força lhe dão. E ela ali ficou. Sentada no muro, virada para o mar. Com ele. Não estaria mais sozinha. Os problemas são passageiros. Nuvens que passam com o vento. Ele não. Ele estaria ali. E nem o mais forte do vento de Inverno o conseguiria levar. Ele disse-lho. Ela sabia-o. Via-lhe no olhar, sentia-lhe na pele.
[Era suposto ser fácil…. Então porquê que não é?]
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