quinta-feira, 19 de junho de 2008
Descobri...
segunda-feira, 16 de junho de 2008
sábado, 14 de junho de 2008
2 - Due - Dos - Zwei - Dois
Tudo começou à 17 anos. Com a entrada na escola primária. Ele tinha 6 anos, olhou e diz que se apaixonou por mim. E eu nunca lhe liguei, nunca vi nele mais que um rapaz de quem fugir no jogo do “lima limão limonada”. Ele passou os 4 anos atrás de mim, eu passei os 4 anos a fugir dele. Perdemos o contacto nos 11 anos que se seguiram, pensava nele ocasionalmente quando passava por casa dele ao ir para a minha avó, mas ao mesmo tempo pensava também em todos os colegas daquela altura, o que estariam a fazer, o que lhes teria acontecido… Nunca o vi como alguém especial…
Até que há cerca de 2 anos o voltei a ver no Hi5, mandei-lhe uma mensagem a perguntar se era mesmo ele. E ele respondeu e combinámos encontrarmo-nos quando eu viesse ao Porto.
Naquela noite, faz hoje 2 anos, ele encontrou-me numa Fnac cheia de pessoas, não me via à 11 anos e mesmo assim, comigo de costas a escolher um CD para o meu pai tocou-me no ombro e sorriu. Mais tarde naquela noite, ao atravessar a rua estendeu-me a mão, que nunca mais larguei. Paramos no meio de um jardim e a meio de uma chuva miudinha de Junho a cair, deu-me um beijo, pediu-me em namoro como se fazia antigamente e eu disse-lhe que sim. Apaixonei-me ao olhar nos olhos dele e a reconhecer algo que ele é e que me completa.
Passamos por muito, eu sei que passei. Houve alturas em que quis desistir, em que me capacitei que por muito amor que houvesse não dava, em que não acreditei. Houve alturas em que dei tudo por perdido, em que me agarrei ao que tínhamos vivido e me convencia que tinha sido óptimo mas não dava mais. Até que ele me fez voltar a acreditar, me fez voltar a achar que valia a pena ficar e construir algo.
Passei com ele alguns dos melhores momentos da minha vida. Foi ao lado dele que experimentei sensações de pura felicidade. Foi com ele que conheci a verdadeira certeza do que é amar alguém e ser amada de volta.
Hoje, 2 anos depois daquela noite de chuva em que nos reencontramos, hoje depois de tudo o que passamos, superamos e conquistamos, hoje com a compra da nossa casa a decorrer, com projectos para o futuro, com certeza do que aconteça o que acontecer estamos juntos e fazemos parte um do outro eu só lhe tenho a dizer que o amo com tudo o que sou. E que agradeço todos os dias ter alguém como ele sempre ao meu lado. O amor, aqueles momentos especiais, as brigas e reconciliações, aquelas brincadeiras que só nós temos, os nossos beijos que são únicos, tudo isso faz de nós o que somos. Mas saber que tenho ali não um namorado, não um amigo e confidente, não um companheiro para a vida, um apoio, mas sim uma conjugação de todos eles faz-me experimentar todos os dias o que é a felicidade.
E quando estou ao lado dele e o olho em silêncio tenho medo que um dia isto acabe, que se torne num vazio, só que depois ele olha para mim, reconheço-lhe o amor nos olhos e vejo que por muitas defesas que crie, por muitas barreiras que coloque é ele a única pessoa no mundo que faz sentido ter ao meu lado. E a ele só lhe posso dizer uma coisa: Obrigado meu amor. Fazes tudo, tudo valer a pena. Amo-te.
"When you realize you want to spend the rest of your life with somebody, you want the rest of your life to start as soon as possible."
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Ora bem... Cá estou.
Foram dois dias non-stop, os concertos que vi, adorei: Jorge Palma e a sua amiga moca descomunal em dueto com o Tim, Metallica em mais um concerto indescritível, igualou sem dificuldade com o de há 4 anos atrás (já?), Offspring a deixarem muito a desejar, e Linkin Park a darem um show digno de 90 mil pessoas. O meu gajo arranjou-me uma foto com o senhor Zé Pedro que é simpático até à 5ª casa, as ofertas continuam a melhorar, estive 2 horas para ter dois sofás insulfáveis da vodafone, uns patinhos fofinhos, e umas perucas que nos ficavam a matar, as chamadas eram à borla para todos os números e eu adorei... E tudo pela módica quantia de O€ por nós os dois e claro, a companhia dele que é impagável.
Os meus dias em Lisboa com ele foram assim:
Indescritíveis. Estar com ele é algo que me preenche de uma forma que eu achei impossível. Antes achava que poderia ser sufocante estar com alguém 24 horas por dia, mas não. Faz-se, e com ele, faz-se muito bem. Claro que é sempre necessário guardar bocadinhos só para nós mesmos, mas estes 5 dias com ele, a adormecer e a acordar com ele ao lado são para mim dificeís de caracterizar. Foram únicos e agora faz-me imensa falta tê-lo ali sempre ao lado na cama.
As minhas últimas horas foram assim:
Uma correria. Uma certeza. É agora! =)