Ele: Tchiii pró ano tenho-te aqui??
Ele: Isso é mau!!
Ele: Looooool
Ele: Te amo.
Eu: Só tens se quiseres…
Eu: Ainda não há contracto de renovação…
Eu: Looool
Ele: Pois não
Ele: Já assinaste o vitalício.
Eu: Sabes que é isso que te safa… a tua lábia.
quarta-feira, 12 de março de 2008
Finalmente...
...vejo luz ao fim do túnel. Vejo saídas, vejo soluções, vejo as nuvens negras que por aqui abundaram a dar lugar a um sol tímido mas bom. Até a minha mãe notou, ainda ontem ao telefone me dizia: "Assim já gosto mais de te ouvir, parece que tiraste um peso de cima...". E tirei. A questão de saber que há uma saída, que tenho o apoio daqueles que mais amo e a sensação que a partir daqui só pode melhorar, fez milagres. E o mais importante, para o ano tudo correrá melhor, porque como disse o reitor da minha faculdade na reunião que quis ter comigo, "Tem 22 anos, se não acabar este ano, acaba com 23, não vem grande mal ao mundo..." E é isso, relativizar é a palavra de ordem. Criar estratégias para chegar aos objectivos é o que aprendi a fazer com isto tudo. Cresci, apercebi-me das pessoas que me rodeiam, encontrei respostas nas palavras não ditas. Hoje finalmente vejo uma saída. Estou bastante mais leve.
A partir daqui só pode melhorar.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Obrigada...
Quero agradecer a todos os que me mandaram mails, mensagens, e comentaram o blog nestes meus dias de indefinição... Não tenho palavras para descrever a alegria que é sentir o carinho de gente (que eu nunca vi na vida)... À força que me transmitiram, a quem se colocou à disposição para que eu sempre que precisasse desabafar contar com eles, só tenho aqui uma palavra a deixar. Obrigada. Significou muito.
A sério, do fundo do coração,
Obrigada!!!
sábado, 8 de março de 2008
A ti...
E foi com um "Então o que que se passa?" que te comecei a contar o que se passa cá dentro. Em que me mostrei como sou, que te contei o que ia cá dentro, e as forças que me estavam a faltar e eu não as consigo aranjar... Depois foi a tua vez. "É preciso eu ir os 3 meses para Lisboa para tu acabares isso?" E as palavras que saíam da tua boca directas para o meu coração que cada vez te amava mais. O apoio, a total certeza que aconteça o que acontecer, faça eu o que fizer tu estás lá, e nós os dois, juntos iremos sempre arranjar soluções para o que venha a acontecer. Não sou só eu, agora existes tu em mim, e existe o nós. Para tudo o que nos possa vir a acontecer. A segurança no teu abraço, o carinho dos teus beijos, significam o mundo. És a parte mais bonita do meu mundo.
Amo-te. E amo a força que me dás e como tornas os meus problemas numa coisa nossa, como me dás segurança e mesmo sem o dizeres me fazes sentir que tudo vai ficar bem.
Obrigada amor da minha vida.
terça-feira, 4 de março de 2008
Purgação*
É o que eu preciso. Não sei o que fazer. Não me reconheço, não sei o que fazer para sair da espiral de sentimentos em que estou. Nada do que se tem vindo a passar começou agora, tem vindo a ser um acumulado de sacrifícios… Nestes 5 anos que passaram várias foram as vezes que quis ir embora, largar tudo e voltar para casa, mas lá caía em mim e dizia que estava a tirar um curso que escolhi na cidade que quis. E conseguia sempre arranjar estratégias, força para continuar… Este ano não estou a conseguir fazer isso. Não estou a conseguir arranjar as forças que preciso para continuar. A sensação de incapacidade é grande, como nunca senti na vida. Como disse à minha orientadora “Não me reconheço, nunca fui assim…”
Custa mais porque está a acabar, vendo bem as coisas faltam só três meses para o estagio acabar, mas não tenho cabeça para enfrentar os três meses que faltam, não me vejo a estar cá mais 3 meses, só esse pensamento me causa uma sensação de aperto tão grande que as lágrimas não demoram a chegar.
Vendo friamente as coisas, parece que não existem razões para estar assim, parece uma razão parva querer parar com um esforço de 5 anos por “querer ir para casa”, mas foi um encher do copo, com grandes sacrifícios da minha parte, sacrifícios esses que não partilhei nunca com ninguém para não preocupar quem me rodeia. E este ano deu-se o transbordar do copo. Não dá, não estou a conseguir, não estou nada bem…
Só há um sentimento que me sossega, o total apoio dos meus pais, ao namorado nem contei metade, ainda, a sensação de fracasso perante os outros provoca-me ainda mais sofrimento. Sei que se fosse por mim parava já hoje, ia ao estágio, à faculdade e dizia que me ia embora e começava para o ano no Porto… Mas há outras pessoas envolvidas, há os pais que tanto esforço fazem para eu cá estar, há o namorado e todos os projectos que fizemos para quando eu acabasse o curso… E é isso que me faz sofrer, as expectativas dos outros sobre mim…
Hoje foi um dia tão mau que nem forças para sair da cama arranjei, fiquei em pânico, decidi procurar ajuda… Mas a mim só me apetece parar. Fechar os olhos e parar por uns tempos, e recomeçar lá, junto dos meus.
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