sexta-feira, 23 de novembro de 2007

@ Bad Times

Às vezes sinto-me num limbo de sentimentos. Não sei o que sentir, não sei o que dizer, não sei o que fazer, simplesmente deixo de saber. Às vez duvido de tudo. E de todos. Não acredito em mim, não acredito nos outros, não acredito no que vejo. Dúvidas todos temos, mas as minhas roubam-me a energia e deixam-me prostrada na cama, apenas a mente divaga por todos os cenários, e raramente encontro um que me agrade. Às vezes acho que vou dar em maluca com tanto pensamento dúbio, tantos "quero e não quero", tantos "sim e não" que me ecoam na cabeça...
Sinto que está tudo a mudar, é o curso, o estágio, a tese, os amigos, o namorado, os pais... Tudo muda e estas mudanças deixam-me sem forças...
Espero bem que este fim de semana só com ele me recomponha, me anime, me dê forças para o que está a acontecer. Espero que ele tenha paciência para me aturar como estou. Intragável portanto... Espero bem que este fim de semana nos braços dele e só os dois me revitalize. Estou mesmo a precisar!!

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Querido Pai Natal... #1

1#Sugestão para este ano:

iPod Nano 4 Gigas

Razões perfeitamente plausíveis para receber tal coisa:

>É giro.

>É pequenino, logo cabe em qualquer mala.

>Vai fazer-me um enorme jeito nos transportes públicos.

>Vai permitir-me chegar bem disposta a qualquer lado porque o tempo que passei à espera do comboio não foi assim tão inútil estando anestesiada pela música.

domingo, 18 de novembro de 2007

#2 - Desabafo

Detesto os dias em que todas as certezas (me) fogem e só as dúvidas me perseguem...


...e simplesmente não há tempo para me sentar e tentar perceber o que é melhor para mim, o melhor caminho, as melhores decisões.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Começa o meu martírio...

Eu adoro o Natal. Mas adoro de paixão... Adoro o ritual das cidades se começarem a preparar, as montras a ganhar forma, os enfeites nas ruas a serem montados, adoro o ritual de ir com os meus pais e irmã ver as luzes do Porto à noite, adoro o dia em que montamos a árvore e o presépio. Adoro pensar em prendas que sei que vão agradar quem as vai receber, adoro embrulhar cada prenda que compro, bem, you've got the picture...

Agora uma coisa que não gosto, mesmo, é quando falam por meias palavras sobre as minhas prendas!!! Eu sou curiosa, mas mesmo uma ganda curiosa... E detesto quando alguém se sai com um "Há já sei o que vais ter no Natal..." e fica por ali. Fico possessa. EU SOU CURIOSA, se houvesse uma escala de curiosidade eu devia obter a pontuação máxima e sofro por não saber o que é!!! E os meus pais sabem, a minha irmã sabe, mas todos os anos é a mesma coisa! Aliás tanto sabem que a minha prenda nunca está cá em casa até à noite de Natal, porque eu todos os anos virava a casa e a garagem do avesso à procura, cheguei mesmo a desenvolver elaboradas técnicas de desembrulhar e re-embrulhar as prendas que me estavam destinadas muito antes do Natal...
Este ano a tortura já começou...

Só que este ano ainda há mais um para me fazer fosquinhas, o meu gajo... Ontem falava eu do Natal e ele "Ah eu já sei o que os teus pais te vão dar..." Não acreditei, parecia-me impossível, como é que ele já sabia que os meus pais já me compraram a prenda e eu não... Aliás, depois de um berro com um "A sério??" da minha parte e assim como a recusa em lhe dar um beijo ele lá me disse que estava a brincar...
Hoje ao jantar a mesma conversa, desta vez pela minha irmã... E fez-se luz na minha cabeça... O meu gajo ontem descaiu-se, ele sabe mesmo!! E depois de mil perguntas sem resposta sobre o que era, lá perguntei... "O J. sabe o que é não sabe??" e a minha irmã cala-se e a minha mãe muito depressa e mais virada para a minha irmã "Não sabe NADA!" e pronto... a confirmação!
O meu gajo sabe o que é a minha prenda.. Toda a gente sabe, menos eu! Vou ali morrer de curiosidade e conjurar um plano infalível para o meu gajo me contar tudo. T-U-D-O!!

Humpf, onde já se viu, dizerem-lhe a ele e a mim não!!!

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

(Re)encontros

Não há simplesmente palavras para descrever o momento em que te vi a sair do elevador. Não há palavras para classificar o teu sorriso. O beijo que te dei mesmo antes de entrares em casa.
Não há palavras para descrever o que é para mim, estar deitada na minha cama contigo a olhar-me como se fosse a primeira vez. A brincares comigo, a fazer-me rir, a matar-mos as saudades que nos cresceram durante estas semanas afastados... "Como é que me foges assim durante 15 dias?";"Meu amor nem te fugi e nem sequer foram 15 dias trengo!".
Amar-te faz de mim uma melhor pessoa, sem sombra de dúvida, és o meu tudo. É nos teus braços que estou em paz, que me sinto segura como em mais lado nenhum... E o tempo ao teu lado voa, mesmo a fazer-mos algo tão banal como estarmos deitados na cama a brincar um com o outro, a sorrir, à pancada, aos beijos. Sentir-te a adormecer com os meus mimos faz-me sentir que tudo se encaixa. Faz-me querer que fiques aqui comigo e não te vais embora. Faz-me querer passar o resto da vida contigo. Ter-te ao meu lado faz-me sentir completa e sentir que o que o namoro que começamos à precisamente um ano e cinco meses naquela noite em que me deste a mão para a atravessar a rua e me beijaste a meio do jardim, faz-me sentir que é apenas o inicio, mas que por mim era para sempre.
Tenho o teu cheiro no meu quarto, no meu corpo, nas minhas mãos, no meu cabelo, em mim. E só isso basta para que esteja feliz enquanto não estás aqui.