Gostava de conseguir exprimir o que sinto. Pôr em palavras tudo o que vivemos um com o outro, todas as sensações que me provocas, cada bocadinho que passo contigo. Gostava, mas por muito que escreva nunca conseguirei. O amor aquele que é maior não se poe em palavras. E tu és o meu amor maior. E é indescritível. Tal como eu. Tal como tu. Tal como nós quando estamos juntos.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
O ínicio do fim...
Estou em Lisboa, daqui a umas horas faço aquela que espero vir a ser a minha última inscrição no meu curso. E de repente já se passaram 5 anos. Assim naquela, num piscar de olhos está tudo a um passo de acabar. E eu confesso que estou um bocadinho aterrada de medo. E depois? O que que se faz ao fim de 17 anos na escola? O que que se faz quando aquilo que sempre se fez foi ler, memorizar, entender teoricamente? O que se faz quando nos virmos a lidar com pessoas, daquelas que sentem, que riem, que choram, que berram, que vivem?
Vou ali dar um berro e já volto. Estou a um passo de acabar a faculdade, estou a um passo de começar a viver, e se por um lado é o que mais quero, o que mais almejo, por outro estou completamente a panicar!!!
sábado, 8 de setembro de 2007
Certezas
Há palavras que sendo sussurradas ganham uma nova dimensão do especial. Há palavras que sussurradas por ti se tornam únicas e me tornam na pessoa mais feliz do mundo, porque tu és tu. Não dizes palavras em vão, não dizes nada só porque sim, porque fica bem, só porque é suposto. Não dizes que me amas, demonstras-mo. Não dizes que precisas de mim, mostras-mo. E ter-te ontem agarrado a mim no meio da Ribeira e saber que o que me dizias te estava a sair directo do coração, que as tuas mãos tremiam junto às minhas e que a intensidade do brilho que nos saía dos olhos era o mesmo de tanto amor, deixou-me consideravelmente nas nuvens. Ainda por lá ando. Hoje ando a 5 centímetros do chão de tão feliz que me fazes. De tantas respostas me destes com aquela conversa só nossa em que eu mal falava porque as palavras eram poucas perante o que ouvia. Tu és tu. E és aquele que eu quero para mim. Para nós. Hoje tenho o coração do triplo do tamanho. E o único responsável és tu.quinta-feira, 6 de setembro de 2007
It's hard to let go...
Cada dia é especial, cada momento tem uma entrada directa para o meu cantinho das boas recordações, cada palavra ecoa no ouvido até ser gravada pelo coração. Aproxima-se o momento. E eu estou já a morrer de saudades daqueles pedacinhos só nossos. Daquele telefonema a meio da tarde para irmos lanchar. Daquela espontaneidade do ir jantar fora. Daqueles momentos só os dois no final da noite. Daqueles momentos em que somos nós. Não eu. Não tu. Apenas nós. Sofrer por antecipação não faz parte do meu feitio, mas como sei que me vai custar começo já este processo de separação... começo já a pensar que vão voltar a existir 300 km entre nós. Que tudo vai mudar novamente. E começa a custar.
Gosto tanto de ti. És o único que quero ao meu lado neste momento!
Mesmo que aparecessem os jeitosos todos da primária, continuarias a ser o meu único...
[Vou também ter saudades de noites como hoje, em que me deito e sinto no meu corpo o teu cheiro, em que solto o cabelo para te ter mais um bocadinho junto a mim. Em que fecho os olhos e inspiro e sinto-te.]
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Desculpa...
... às vezes dizemos coisas que não sentimos, por brincadeira, por despeito, por provocação. Mas há aquelas que magoam mais que as outras e aí nada melhor que pôr a mão na consciência e assumir o erro. E pedir desculpa. Apesar de ser da boca para fora, apesar de não passar de pura brincadeira sei que te magoeei. Desculpa amor. E eu juro, podiam aparecer eles todos de novo na minha vida, podia ser como naquele tempo, mas tu continuarias a ser aquele que queria para mim. Fazes-me rir como mais ninguém consegue, completas-me como mais ninguém completa. Porque só o teu abraço me preenche, e só a tua boca me sacia... Podíamos voltar aquele tempo da primária, que eu sabendo o que sei hoje, só te queria a ti!
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