quinta-feira, 19 de abril de 2007

Sinto-te a falta.

E doi-me. É uma dor quase física. Estou triste, em baixo, com uma enorme vontade de mandar tudo ao ar e voltar para aí. Aparecer-te à porta, ver-te sorrir, sentir o teu abraço, o calor dos teus beijos. Dói tanto. Não me consigo habituar. Duas semanas só nossas. E agora o vazio juntamente com recordações dos dias felizes. Dói tanto. Na viagem chorei, baixinho em silêncio, mas com um aperto tão grande por não te saber comigo. Ainda só passaram 2 dias. Há duas noites que não te sinto os beijos ao entrar em casa. Há 48 horas que não vejo o brilho do teu olhar. Fazes-me tanta falta. Os momentos que são só nossos fazem-me tanta falta. Fecho os olhos e vejo o meu quarto. Estás deitado na cama a fazer zapping como só tu sabes. Atiro-me para os teus braços, roubo-te a almofada enquanto te dou um beijo. Abraças-me como só tu sabes. Quero fazer amor contigo. Uma e outra vez. O meu corpo deseja o teu, como se lhe faltasse uma parte. A parte vital. Gosto quando somos só um. Detesto sermos dois a maior parte do tempo. Gosto de todos os momentos em que partilhamos um bocadinho de nós, as brincadeiras, as correrias, as zangas e as teimosias. Detesto que esse tempo passe sempre tão rápido e depois apenas fica a dor. De estarmos mais uma vez longe um do outro.

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Mudanças

Claro que a tua vida pode mudar. Não tens que ser sempre a mesma, nem fazer sempre as mesmas coisas. Aliás deves mudar. Renovar-te. Reinventar o que és e o queres ser. Porque a tua vida só é em pleno se tu te moldares ao que a tua alma quer ser. Se tu te permitires fechar os olhos e deixar-te voar. E seres o que quiseres.

Não te deves prender a ninguém se não a ti mesma, deves contar apenas contigo, porque no fim, apesar de estares rodeada de pessoas que te querem bem, és apenas tu quem vai sentir a plenitude das mudanças, és apenas tu que à noite, na tua cama, vais poder reflectir com acuidade tudo o que aquilo realmente significou para ti. És apenas tu quem vai sofrer as tristezas de algo que não correu bem, ou saborear a doce alegria da vitória conquistada.

Claro que a tua vida pode mudar. O que fazes hoje não tem que ser o mesmo que farás nos próximos 30 anos. O que sonhas hoje não tem que ser aquilo que verás ser concretizado. E não te deves sentir fracassada se o que obteres não for aquilo que sempre idealizaste. Deves moldar os teus sonhos à medida dos teus feitos, deves sonhar à medida que vais vivendo.

Não deves viver a vida com demasiada rapidez. Deves parar, olhar, sentir, respirar tudo o que te rodeia. Ao viveres tudo muito rápido corres o risco de daqui a poucos anos te sentires vazia. E aí pode já ser tarde. Apesar de nunca ser tarde para viver, há coisas que marcam, e com a rapidez com que corres para os teus objectivos actuais, há o sério risco de te magoares. De daqui a uns anos não saberes quem és. Nem porquê que te esforçaste tanto para chegar a um sitio onde simplesmente não és feliz.

Claro que a tua vida pode mudar. Apenas tens tu que começar a mudar também. Porque tu és a tua vida. Tu fazes dela quem és. Como és. E podes ser o que quiseres. Basta quereres.

quarta-feira, 11 de abril de 2007

Medo

(...) Post apagado para não dar azar. Em tempo oportuno reflicto sobre o assunto. Quando tudo passar. Quando tudo se revelar um susto. Porque só o pode ser.

Renovar

Estar contigo, a passear de mãos dadas, naquela estrada junto ao mar, foi um renovar de energias. Parar. Olhar para ti, poder-te beijar, e abraçar numa noite em que o frio não se faz sentir, é algo único. Parar. Naquele mesmo sitio onde conversamos tanto no Verão e virem-me à memória imagens desse tempo, é algo especial.
Renovar... As estações passam. Os sentimentos renovam-se.

terça-feira, 10 de abril de 2007

Não sei...

Para onde vamos, mas sei de onde vimos. E sei que o caminho até aqui tem estado a ser especial. Sei que a cada recomeço das aulas as dúvidas renascem. O medo volta. O tempo demora a passar...

Mas vai correr tudo bem. Não sei para onde vamos, mas haveremos de ir para qualquer lado, mas vamos juntos.