E doi-me. É uma dor quase física. Estou triste, em baixo, com uma enorme vontade de mandar tudo ao ar e voltar para aí. Aparecer-te à porta, ver-te sorrir, sentir o teu abraço, o calor dos teus beijos. Dói tanto. Não me consigo habituar. Duas semanas só nossas. E agora o vazio juntamente com recordações dos dias felizes. Dói tanto. Na viagem chorei, baixinho em silêncio, mas com um aperto tão grande por não te saber comigo. Ainda só passaram 2 dias. Há duas noites que não te sinto os beijos ao entrar em casa. Há 48 horas que não vejo o brilho do teu olhar. Fazes-me tanta falta. Os momentos que são só nossos fazem-me tanta falta. Fecho os olhos e vejo o meu quarto. Estás deitado na cama a fazer zapping como só tu sabes. Atiro-me para os teus braços, roubo-te a almofada enquanto te dou um beijo. Abraças-me como só tu sabes. Quero fazer amor contigo. Uma e outra vez. O meu corpo deseja o teu, como se lhe faltasse uma parte. A parte vital. Gosto quando somos só um. Detesto sermos dois a maior parte do tempo. Gosto de todos os momentos em que partilhamos um bocadinho de nós, as brincadeiras, as correrias, as zangas e as teimosias. Detesto que esse tempo passe sempre tão rápido e depois apenas fica a dor. De estarmos mais uma vez longe um do outro. quinta-feira, 19 de abril de 2007
Sinto-te a falta.
E doi-me. É uma dor quase física. Estou triste, em baixo, com uma enorme vontade de mandar tudo ao ar e voltar para aí. Aparecer-te à porta, ver-te sorrir, sentir o teu abraço, o calor dos teus beijos. Dói tanto. Não me consigo habituar. Duas semanas só nossas. E agora o vazio juntamente com recordações dos dias felizes. Dói tanto. Na viagem chorei, baixinho em silêncio, mas com um aperto tão grande por não te saber comigo. Ainda só passaram 2 dias. Há duas noites que não te sinto os beijos ao entrar em casa. Há 48 horas que não vejo o brilho do teu olhar. Fazes-me tanta falta. Os momentos que são só nossos fazem-me tanta falta. Fecho os olhos e vejo o meu quarto. Estás deitado na cama a fazer zapping como só tu sabes. Atiro-me para os teus braços, roubo-te a almofada enquanto te dou um beijo. Abraças-me como só tu sabes. Quero fazer amor contigo. Uma e outra vez. O meu corpo deseja o teu, como se lhe faltasse uma parte. A parte vital. Gosto quando somos só um. Detesto sermos dois a maior parte do tempo. Gosto de todos os momentos em que partilhamos um bocadinho de nós, as brincadeiras, as correrias, as zangas e as teimosias. Detesto que esse tempo passe sempre tão rápido e depois apenas fica a dor. De estarmos mais uma vez longe um do outro. segunda-feira, 16 de abril de 2007
Mudanças
Claro que a tua vida pode mudar. Não tens que ser sempre a mesma, nem fazer sempre as mesmas coisas. Aliás deves mudar. Renovar-te. Reinventar o que és e o queres ser. Porque a tua vida só é em pleno se tu te moldares ao que a tua alma quer ser. Se tu te permitires fechar os olhos e deixar-te voar. E seres o que quiseres.Não te deves prender a ninguém se não a ti mesma, deves contar apenas contigo, porque no fim, apesar de estares rodeada de pessoas que te querem bem, és apenas tu quem vai sentir a plenitude das mudanças, és apenas tu que à noite, na tua cama, vais poder reflectir com acuidade tudo o que aquilo realmente significou para ti. És apenas tu quem vai sofrer as tristezas de algo que não correu bem, ou saborear a doce alegria da vitória conquistada.
Claro que a tua vida pode mudar. O que fazes hoje não tem que ser o mesmo que farás nos próximos 30 anos. O que sonhas hoje não tem que ser aquilo que verás ser concretizado. E não te deves sentir fracassada se o que obteres não for aquilo que sempre idealizaste. Deves moldar os teus sonhos à medida dos teus feitos, deves sonhar à medida que vais vivendo.
Não deves viver a vida com demasiada rapidez. Deves parar, olhar, sentir, respirar tudo o que te rodeia. Ao viveres tudo muito rápido corres o risco de daqui a poucos anos te sentires vazia. E aí pode já ser tarde. Apesar de nunca ser tarde para viver, há coisas que marcam, e com a rapidez com que corres para os teus objectivos actuais, há o sério risco de te magoares. De daqui a uns anos não saberes quem és. Nem porquê que te esforçaste tanto para chegar a um sitio onde simplesmente não és feliz.
Claro que a tua vida pode mudar. Apenas tens tu que começar a mudar também. Porque tu és a tua vida. Tu fazes dela quem és. Como és. E podes ser o que quiseres. Basta quereres.
quarta-feira, 11 de abril de 2007
Medo
(...) Post apagado para não dar azar. Em tempo oportuno reflicto sobre o assunto. Quando tudo passar. Quando tudo se revelar um susto. Porque só o pode ser.
Renovar
Estar contigo, a passear de mãos dadas, naquela estrada junto ao mar, foi um renovar de energias. Parar. Olhar para ti, poder-te beijar, e abraçar numa noite em que o frio não se faz sentir, é algo único. Parar. Naquele mesmo sitio onde conversamos tanto no Verão e virem-me à memória imagens desse tempo, é algo especial.
Renovar... As estações passam. Os sentimentos renovam-se.
terça-feira, 10 de abril de 2007
Não sei...
Para onde vamos, mas sei de onde vimos. E sei que o caminho até aqui tem estado a ser especial. Sei que a cada recomeço das aulas as dúvidas renascem. O medo volta. O tempo demora a passar...
Mas vai correr tudo bem. Não sei para onde vamos, mas haveremos de ir para qualquer lado, mas vamos juntos.
Mas vai correr tudo bem. Não sei para onde vamos, mas haveremos de ir para qualquer lado, mas vamos juntos.
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