quarta-feira, 31 de maio de 2006

Amigos.. de sempre e para sempre

É tão bom quando passados tantos anos, encontramos amigos que significaram muito para nós, é tão bom ver que continuamos a ser os mesmos miúdos que há 15 anos se conheceram no 1º dia de escola, e que apesar de se terem passado 11 anos sem nos falarmos recordamos coisas tão boas, como os primeiros beijos, os primeiros ciúmes, os primeiros amores...
É tão bom ver que a conversa flúi com à vontade tão grande como se este tempo todo tivesse sido só um até já... é tão bom ver que marcamos alguém, que depois destes anos todos ainda se recorda de coisas como o meu sorriso e os meus olhos....
É tão bom ouvir que pensaram em mim durante todo este tempo... é tão bom e eu estou tão feliz por te ter de novo na minha vida... agora não te deixo fugir mais... venham mais 15!!!

Há coisas boas na vida... e como disseste ontem, as coisas quando têm que acontecer, acontecem... mais cedo ou mais tarde... =D

(depois quando tiver em casa ponho aqui uma foto nossa desse tempo.. :p)

domingo, 28 de maio de 2006

Baú de Recordações #3: Quem me dera ser...

Quem me dera ser a estrela que tu vês, a lua que tanto amo e aprecias.
Quem me dera ser o sol que te aquece, o vento que te acaricia a pele e embala os cabelos.
Quem me dera ser o mar, que tanta força te dá.
Quem me dera ser a Primavera, que tanta alegria dá à tua vida, enchendo tudo de sorrisos, doçura e harmonia.
Quem me dera ser o Outono que tanta paz dá à tua vida, enchendo tudo de felicidade, tranquilidade, acalmia.
Quem me dera ser o amor, ser uma poeta que tua beleza transforma em palavras, palavras fortes, sentimentos tão belos que de uma força tão grande faz o coração tão feliz,

Quem me dera ser…
Mas não sou nada disto…

Sou o Inverno, triste e cinzento que enche tudo de cores melancólicas como a tristeza e solidão, que mascara o céu com nuvens escuras para esconder a beleza do sol, roubando as cores ao mundo e tornando tudo preto e branco…
Sou o Verão asfixiante que com o seu calor mata tudo o que o rodeia e onde o fogo consome tudo o que de vivo habita à minha volta, onde a única cor presente é o negro da solidão…

Em vez de poeta sou apenas uma pobre em palavras, mas repleta de sentimentos que não me deixam em paz.
Vivo o amor, sonho com a esperança, sofro na tristeza de solidão e morro na saudade do perdão.

Quem me dera ser…
Mas não sou…

sexta-feira, 26 de maio de 2006

Obrigada!

Há amigos que surgem na nossa vida por um mero acaso, há meros acasos que se tornam grandes pilares da nossa vida. Agradeço todos os dias ao acaso que te pos na minha vida, já vai para 7 anos...

P.s: e agora mesmo quando me ligaste para ouvir aquela musica, que o molko cantava, senti o coração a transbordar de alegria, saber que ligaste para eu saber o quanto pensas e gostas de mim, deu-me uma enorme vontade de correr para o teu lado e te dar um xi apertadinho e dizer-te o ouvido, "és o melhor amigo do mundo". Obrigado por seres quem e como és.

Adoro-te Zé, muitooo

quinta-feira, 25 de maio de 2006

Good Day Vs Bad Day

Hoje o dia correu bem, demasiado bem, tão bem que amanhã até tenho medo de sair de casa e ser trucidada por um comboio a descarrilar por causa de um elefante na linha, ou ser atacada por um bando de borboletas enraivecidas.

terça-feira, 23 de maio de 2006

Vida

A vida corre lá fora...

...e eu aqui aprisionada na minha própria existência...

A vida corre lá fora e eu daqui ouço as vozes dos outros, e nada consigo fazer para minimizar esta dor... O estado letárgico em que me encontro tende a colar-se em mim como uma vírus se cola as células do seu portador.

A vida corre lá fora e da minha janela é-me permitido ver a alegria estampada nos rostos dos outros, e eu nada posso fazer para eu própria também conseguir sorrir, sei que já fui como eles, mas num momento, não sei bem qual, tudo mudou...

A vida corre lá fora, mas os pássaros deixaram de cantar, o sol deixou de nascer, instalou-se o escuro, e eu refugiei-me nesta divisão do meu ser, que me aprisionou e de onde não consigo sair...

A vida para mim não corre, arrasta-se, eu não vivo os dias que passam, sobrevivo ao passar das horas. Gostava tanto de conseguir apreciar de novo o riso, gostava tanto de poder voltar a sentir-me aquecida pelo sol que nasce pela manha, gostava tanto poder sair deste lugar que me prende e provar a vida em toda a sua essência.

Gostava... gostava muito...

A vida corre lá fora...

...e eu aqui aprisionada na minha inexistência...