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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Eu vou...

Para mais uma Queima das Fitas do Porto.

E só me dá para ficar nostalgica, porque passou tão depressa os meus anos de Estudante, passaram, e por muito que se tente nunca mais voltam, nunca mais é igual.
E eu pergunto-me onde ficaram tantos sonhos, tantos planos, tantas festas, festivais, ENEIs... As coisas que nunca fizemos, as que queriamos nunca ter feito mas fizemos, as lágrimas os sorrisos, as bebedeiras e as discussões, os abraços e os beijos, os fins de noite, os nasceres dos dias.
Onde estão as tardes passadas a beira rio, as gargalhadas ecoadas pelo rio Tejo, os sorrisos espelhados na ponte...
Estou triste. A minha capa negra fica no armário. E já nada volta a ser como era.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Eu tenho...

... o melhor gajo à face da terra, (com todos os defeitos que tem, e que são muitoooooooosssss lol).
À cerca de um ano aconteceu-me isto. E eu fiquei desgostosa, fique inconsolável, fiquei tristissima. E o meu gajo, no alto da sua boa vontade disse para eu não estar assim que eu ia voltar a ter aquele telemóvel. E depois aconteceram várias coisas, e quase nunca restava dinheiro, e depois havia o mini para restaurar e o dinheiro ia todo para aquilo, e meteu-se a compra da casa, e o dinheiro era cada vez menos, e foi passando, foi esquecido, já nem me lembrava. Era um desgosto recalcado e escondido lá nas profundezas da minha memória. Mas heis que... o meu gajo ontem me presenteia com um igualzinho... e mais um portátil (gajo bom o meu!) e pronto, cheira-me que agora lhe vou ter que andar anos e anos a fazer as vontadinhas todas para o compensar!!!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Coisas de Crescida.

Fazer o IRS pela primeira vez é uma cena memorável, não é? Quer dizer é memorável, porque é mais um passo neste mundo dos crescidos mas por outro prisma é muito triste, porque começo hoje a perceber o quão gatunos o(s) nosso(s) governo(s) é (são). =)

domingo, 11 de janeiro de 2009

2009

2009 chegou. Já se instalou. Já se adaptou às nossas (velhas) rotinas. Já parece longe a época das festas, das resoluções, das promessas. Das pessoas que conheço, das pessoas que partilham comigo um bocadinho das suas vidas, 2008 não foi um bom ano. Custou a passar. Pôs quase toda a gente à prova. Alguns superaram-no. Outros continuam a tentar. O meu foi surreal. De muito mau a muito bom. Com momentos de desespero profundo e de felicidade extrema. 2008 para mim foi um ano bipolar. (psycho joke). Mas passou. Despedi-me dele com aqueles que mais gosto ao meu lado. A melhor amiga que fez 300 km para estar comigo. O melhor amigo que veio cá ter depois da meia noite e a minha melhor metade sempre comigo. Despedimo-nos dele com fogo de artificio. Garrafas de champagne. Martini. Recebemos 2009 assim meio que de repente que enquanto se preparavam bebidas e se ria a bom rir a contagem na tv já ia adiantada. Trocamos abraços e desejos. Selamos beijos. (Com)prometemo-nos (ainda mais)um ao outro. Cantamos alto. Berramos as canções até nos doer a voz. Brindamos uma e outra vez. E ainda outra. Fechamos os olhos. 2009 ai está. Chegou e com ele uma certeza, só depende de nós fazer com que seja um grande ano.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Reminiscências

Segunda-feira fui a Lisboa, precisava de ir à faculdade tratar de umas coisas, entrei no Intercidades e meti-me ao caminho. E de repente deram-me as saudades, fiquei nostálgica por um tempo que já passou, aconteceu, em que tanto as coisas boas como as más foram vividas em pleno.
Chegar a Lisboa e ser recebida por uma cidade de Inverno. O transito caótico de fim de tarde, o corre-corre para lado nenhum. O frio ao andar a pé naquelas ruas que já foram as minhas. Decidi deixar o 28 de parte e ir a pé desde Santa Apolónia até ao Cais do Sodré. Matar saudades das minhas ruas, dos meus cafés de sempre, das pessoas de todos os dias.
É estranho estar com saudades de alguma coisa da qual eu optei por largar, é estranho sentir-me bem numa cidade da qual quis fugir. Mas também é verdade que foram 5 anos. 5 anos de loucuras, de aventuras, de sorrisos e devaneios. O Panteão e as Serenatas, as Recepções aos Caloiros e as Semanas Académicas, o traçar da capa, as noites no Bairro, as manhãs no Cana Verde, os concertos, os táxis às 5 da manhã, o nascer do dia espelhado no Rio, os passeios pela Baixa, os Km percorridos entre a Rua Augusta e os Armazéns.
Dizem que quando estamos bem connosco só as coisas boas importam, as más são guardadas num fundo recôndito da nossa memória. Eu ainda não guardei todas as más memórias, o estar longe de casa, daquelas pessoas que sabem sempre dar um mimo nem que seja por estarem lá. A sensação de solidão que se abatia sobre mim em cada partida em Campanhã, o estar rodeada de tanta gente e sentir-me a pessoa mais desamparada à face da terra, a sensação de não pertencer a lado nenhum, o estar entre dois mundos. Ainda não esqueci.
Mas tenho saudades de sair da faculdade já com a noite avançada e ir jantar com o pessoal à tasquinha do Sr. Manel e partir em busca do reconhecer da noite, tenho saudades das maratonas de estudo e de trabalhos anuais sempre vividos ao máximo até à hora de entrega, e tenho saudades das horas intermináveis de conversa no Cana Verde, das viagens ao fim da tarde no comboio para casa com o mp3 a falar-me ao coração, tenho saudades do frio espelhado na luz mágica que só Lisboa emana no Outono suavemente misturado com odor das castanhas assadas do senhor do Cais do Sodré. E claro, tenho saudades da malta.
Continuo entre dois mundos. Lisboa estranha-se, mas entranha-se. Prende-nos, largando-nos no corre-corre frenético dos dias. Tenho saudades.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

20 dias depois

E eu juro que me queria sentar aqui a contar as novidades, a imortalizar todos os momentos que tenho passado, todas as desavenças e conquistas que se tem feito. Mas hoje que me parecia um bom dia como outro qualquer para me sentar ao computador e contar as minhas aventuras e desventuras no mundo dos crescidos, de repente os dedos prendem e não sai nada coerente. Melhores dias virão, quero acreditar.
A escritura está (finalmente) marcada, foi um parto dificil mas estamos a um passo pequenino de nos endividarmos para o resto da vida e de fazermos de tudo para sermos felizes a maior parte do tempo.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Olá...

O meu nome é Fiwipinha e sou a rapariga que mais depressa arranja e desarranja emprego. Agora vocês todos: Olá Fiwipinha!

Bah começo a ficar chateada com esta merda, começo até mesmo a desanimar. Devo ser a pessoa que já teve mais vezes o 1º dia repetido over-and-over-again.
Já parece um ritual esta merda, 1º um telefonema a marcar entrevista, aceito e fico toda contente, depois a entrevista, aumento a contentice, depois ficam de ligar a dizer se fiquei ou não, ansiedade a rodos, depois o telefone toca, ah e tal afinal ficou, felicidade ao rubro, é agora que isto começa a correr bem e eu começo a ser útil, depois primeiro dia é que já tem algumas modificações, ou são eles que me tentam comer com o contracto, ou é o trabalho que é uma merda de vender cartões de crédito aos pobres que passam, ou é uma merda porque o 1º dia até corre bem, e vamos pró segundo e afinal já só querem pessoas com experiência numa coisa tão elaborada como a merda do tele-marketing....

Bah puta-merda pra isto tudo. Vou continuar a procurar, mas estou a um passo de me inscrever no mercado negro ou de pegar na trouxa, no meu gajo e ala lá pra fora que este país está uma merdice que só visto. Estou revoltada. Vou ali respirar fundo e já venho.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Contrariedades

Às vezes tomamos decisões e nem sequer pomos a hipótese que algo vá correr mal. Às vezes fechamos os olhos, lançamo-nos ao desconhecido e esperamos aguentar com o impacto. Às vezes olhamos em frente e vemos que o futuro nos aguarda lá à frente e vemos que chegamos lá com toda a força que desconhecemos. Ás vezes.
Outras, somos atingidos por todos os lados, não nos conseguimos recuperar a tempo e vamos a baixo, quebramos como vidro e tudo parece sem saída à nossa volta. Perdemos a força, e a mais ínfima contrariedade nos parece impossível de superar. O impacto é aterrador, deixa-nos à beira do fracasso.

Ultimamente tem sido assim, parece que tudo o que se projectou, todos os planos que fizemos, todos os sonhos que construímos têm vindo a ser abalados. Chego a ter inveja daqueles que sonham e sem qualquer dificuldade obtêm o que desejaram. Sem batalhas, sem lutas, sem momentos de desânimo. Mas tenho-te a ti. E tu tens-me a mim e o que o desânimo não contava era que nos tivéssemos um ao outro, e que quando as forças faltam a um, está lá o outro para segurar os dois. E sei, tenho a certeza, que assim que obtivermos o que agora queremos, aquilo porque agora lutamos o sabor vai ser diferente. Vai ser tudo.

Amo-te. E amo a certeza com que me dizes que vai tudo correr bem, que vamos conseguir o que sempre quisemos. Porque apesar de agora tudo parecer desfavorável temos o mais importante. Um ao outro e juntos somos mais.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

E este tempinho?

Que não lembra a ninguém? Pleno Agosto e lá fora chove como se fosse Outono. Só tem uma vantagem estas mudanças drásticas de temperatura... As melgas morrem afogadas sem terem tempo de se reproduzirem e as minhas noites são substancialmente mais calmas sem elas. Pois que é Agosto, a produtividade do país anda a meio gás e por aqui passa-se o mesmo... A verdade é que não me tem apetecido escrever, nem sequer já tenho aquela coisa de abrir o blogger e deixar os dedos dar o gostinho ao teclado. É a silly season no seu pior, tantas bacoradas que se passam, tantas coisas para contar, tantos momentos para imortalizar. Mas não há vontade, não há pachorra. Sabem aqueles dias em que estão desanimados mas no entanto vêm uma luzinha lá ao fundo? Hoje estou assim... Volta sol, estás perdoado!

terça-feira, 22 de julho de 2008

Até ver...

...tudo corre bem. Os pais foram de férias e eu na condição inglória de jovem à procura de emprego, não fui. Ora bem, 5 dias se passaram e ainda nenhum animal morreu, nenhuma planta se afogou, não incendiei a casa, nem me esqueci de fechar a porta, tenho feito todas as refeições, tenho mantido tudo mais ou menos arrumado, ainda só dei uma festa que chegou ao fim com o saldo positivo de nada se ter partido, o namorado está a morar cá em casa por estes dias e ainda só um vizinho o viu a sair de manhã cedo. 5 dias e as estatisticas são favoráveis à minha pessoa. Veremos como correm os próximos 10.

sábado, 12 de julho de 2008

Homenagem

A ti. Ao homem que faz de mim uma melhor pessoa, que me dá animo, que me motiva, que me faz querer fazer mais e melhor. Ao homem que luta, comigo, por mim, por nós. Ao que me ouve. Ao que se ri comigo. Ao que partilha cumplicidades, beijos e confidências. Ao que com um olhar me decifra, com um toque me acalma, e com um sorriso me faz acreditar. Ao que ao meu lado na cama me faz festas quando pensa que já adormeci. Ao que quando me diz que me ama provoca um terramoto em mim. Ao que quando se zanga me faz pensar, questionar e aprender. E ensinar. Ao que canta alto comigo no carro de janelas abertas, sem pudores. Ao que partilha momentos únicos comigo. Ao que tem uma paciência para me aturar nos dias maus, e me dá espaço. Ao que todos os dias, sem excepção nestes dois últimos anos é a primeira pessoa em que penso ao acordar. Ao meu melhor amigo. Ao que me faz sorrir todos os dias. Ao que considero o meu grande amor.

Não é perfeito, nunca será. Eu também não, nem tento ser. Mas juntos, sei que atingimos um nível de perfeição em que as coisas funcionam, o nosso. Obrigada a ti.


Amo-te mais.

domingo, 22 de junho de 2008

Away

O pior e tudo é ter uma pergunta a ecoar ao tempo na cabeça e não ter coragem de a fazer. Pior, ter a certeza da resposta e não acreditar mesmo que o contrário seja respondido.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Cumplicidades...

É bom ter em ti o meu porto-seguro. A minha sensação de estar em casa. És tudo.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Ora bem... Cá estou.

O meu Rock in Rio foi assim:

Foram dois dias non-stop, os concertos que vi, adorei: Jorge Palma e a sua amiga moca descomunal em dueto com o Tim, Metallica em mais um concerto indescritível, igualou sem dificuldade com o de há 4 anos atrás (já?), Offspring a deixarem muito a desejar, e Linkin Park a darem um show digno de 90 mil pessoas. O meu gajo arranjou-me uma foto com o senhor Zé Pedro que é simpático até à 5ª casa, as ofertas continuam a melhorar, estive 2 horas para ter dois sofás insulfáveis da vodafone, uns patinhos fofinhos, e umas perucas que nos ficavam a matar, as chamadas eram à borla para todos os números e eu adorei... E tudo pela módica quantia de O€ por nós os dois e claro, a companhia dele que é impagável.



Os meus dias em Lisboa com ele foram assim:

Indescritíveis. Estar com ele é algo que me preenche de uma forma que eu achei impossível. Antes achava que poderia ser sufocante estar com alguém 24 horas por dia, mas não. Faz-se, e com ele, faz-se muito bem. Claro que é sempre necessário guardar bocadinhos só para nós mesmos, mas estes 5 dias com ele, a adormecer e a acordar com ele ao lado são para mim dificeís de caracterizar. Foram únicos e agora faz-me imensa falta tê-lo ali sempre ao lado na cama.

As minhas últimas horas foram assim:

Uma correria. Uma certeza. É agora! =)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Eu juro...

...Que venho já já actualizar este cantinho abandonado nesta vasta blogosfera.. Mas de momento encontro-me a desfrutar, a planear, a programar este inicio de vida a dois. Estou bem, mais feliz do que nunca, mais preocupada e aterrorizada do que nunca também, mas estou simplesmente a aproveitar. Eu volto. Já já! =)

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Procura-se

Dá-se (grande) recompensa. Foi visto pela última vez Domingo dia 25 de Maio na minha carteira, na zona do Senhor de Matosinhos. Tinha 4 meses, 680 mensagens, 120 contactos, 84 avisos de aniversários, 35 imagens, 5 videos.

A dona (EU!) encontra-se inconsolável.
A sério, só me dá para chorar de cada vez que me lembro.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Dia 17 de Maio de 2008

Foi assim. O fim de uma época. O despedir de algo que fez muito da pessoa que sou hoje. Foram 5 anos de muita felicidade, de muita tristeza, de muitas experiências, de muitos desafios, de muitas vitórias e de muitos fracassos. Foram 5 anos de aprendizagem, de muitas certezas e de muitas dúvidas. No fim o balanço é francamente positivos. Foi até agora a fase da minha vida em que notei mais o crescimento, em que me tornei quem sou agora e serei no futuro. Foram 5 anos que chegaram ao fim. Quando atirei a minha capa ao ar chorei. Acabou, o meu tempo aqui terminou, é hora de regressar. Mas foram sem dúvida alguma, os melhores 5 anos da minha vida. E acaba-los com as pessoas que mais amo no mundo deu à sensação de fim um leve sabor a felicidade.


quarta-feira, 21 de maio de 2008

Eu juro...

Que estou viva. Que estou bem... Só não tenho tido tempo nem inspiração para vir aqui depositar as memórias destes dias que passam... Só tenho uma frase que me surgiu na cabeça (não sei se a ouvi em algum lado, se foi pura inspiração momentânea...) na noite em que me deitei depois da benção das pastas e que resume bem os dias que tenho vivido.
Se a felicidade exalasse luz, eu era um pirilampo.
(Pelas fitas escritas pelos amigos, pela fita escrita pelos pais, pela fita escrita pela amiga. E a fita dele? A alegria que me dá ler a fita dele...)
Obrigada a todos os que fizeram parte deste momento tão importante. Os que lá estiveram comigo a celebrar o fim do inicio da nossa vida, os que levei na pasta nas palavras escritas nas fitas, e a ele. O meu tudo que está lá sempre que eu me viro. Que me obriga a olhar em frente com um sorriso nos lábios e com a certeza de que não vai ser fácil, mas vai ser único.)

domingo, 11 de maio de 2008

A mente humana é a máquina mais perfeita que existe...

... Mais não seja porque eu acabei por ter um concerto de Xutos e Pontapés só para mim e para uns amigos. Estranho? Eu explico. Na sexta-feira era dia de concerto de Xutos na Queima, concerto que eu gostava mesmo de ver, mesmo. Mas outras circunstâncias (eu estar com uma valente carroça!) ditaram que eu nao vi (nem ouvi para que conste) ponta do concerto. E depois fiquei triste. Porque eu queria mesmo ver! E não vi graças ao meu amigo Bruno me ter arrastado para os copos. E eu lá me fui desgraçar para a barraquinha do meu gajo. Mas que triste que eu fiquei... E como a mente humana é a máquina mais perfeita que existe... esta noite sonhei que... Os Xutos estavam a ensaiar na minha escola antiga e que nós os vimos quando passamos, e lá ficamos um grupo de uns 10 a ouvi-los a pedir músicas, a cantar com eles. E acreditem, lembro-me tão bem do sonho que valeu por qualquer concerto ao vivo!! Ah e lembro-me do beijo que o meu gajo me deu enquanto lhe cantava ao ouvido a "Para sempre". Há sonhos mesmo muito bons.

sábado, 10 de maio de 2008

E hoje é tão isto...

"É prudente aquele que não confia mais em quem o iludiu uma única vez; mas será injusto não confiar em mais ninguém porque foi iludido por outrem."
É isso... Eu cá sou prudente.
Não é falta de confiança.
É um mecanismo de defesa.