sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Acordares

Sete da manhã, eu acordo, ele acorda. Lá fora a chuva cai como se não houvesse amanhã. No despertador uma boa noticia, ainda nos resta mais uma horinha e meia para dormir.  Ele põe-me o braço em cima, eu encosto-me e enrosco-me nele. Ele beija-me o cabelo e ali ficamos. A cair outra vez no sono enquanto a chuva fustiga as janelas, no quentinho. Amo-o. Tenho uma sorte tremenda por o ter na minha vida.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Elas não matam...

Nem me deitam abaixo. Mas que me dói muito passar por tudo o que passei e não receber uma chamada, uma sms, umas palavras de força cinco minutos no MSN, nem sequer uma simples mensagem via facebook, vindo de determinadas pessoas dói. Não mata, nem mói, passa-se por cima e sacode-se o desgosto, mas que fica registado, lá isso fica.